Eu sei...
Estive afastado dos computadores neste fim de ano para curtir um pouco a família e, por isso, deixei de lado esses aparelhos eletrônicos, principalmente meus smartphones, então realmente #CarinhaTriste para retratar como estou por só voltar agora.
No entanto, voltei e para você, plusiano, que está acompanhando minhas postagens diárias, a informação deve chegar, então fiz uma pesquisa sobre as tendências e quais as características que mais chamam a atenção do comprador de um imóvel e claro eu cheguei a uma conclusão, clique abaixo para saber o que é.
"Tipos de acabamentos e cômodos que chamam atenção do público jovem, com alternativa para escolher, são o principal caminho para conquistá-lo".
O tamanho grande não mais influencia, pois quanto menor o cômodo mais fácil de decorar, de cuidar, menor o custo total e o desprendimento financeiro para a manutenção de IPTU e Taxa de Condomínio, por exemplo. Mas acabamento, ah, esse sim faz muita diferença:
- Disposição da cerâmica/porcelanato;
- Quantidade de material utilizado;
- Recortes do piso, parede e teto;
- Presença ou ausência de detalhes que possam agregar valor;
- Presença ou ausência de paisagismo;
- Preocupação com o meio ambiente;
- Localização...
Simples assim, sem mais nem menos.
Este é o perfil dos novos consumidores quanto ao mercado imobiliário na atualidade, esse é o público que está impulsionando a economia, acendendo e ascendendo esse tipo de produto.
Já ouvi falar muito em bolha imobiliária no Brasil quando na verdade o inverso está acontecendo, principalmente no Centro Oeste e mais precisamente em Goiânia-GO,
o déficit habitacional aqui ainda é grande, pois a maioria dos imóveis existentes ainda comportam mais pessoas que sua quantidade de quartos: são casas de família nas quais os jovens ainda moram com os pais juntamente com todos os irmãos, sendo assim, quando estes jovens saem de casa buscam uma independência imediata e esta começa, claro, com a casa própria.
"Investidores, olhem com carinho para o centro do mapa"
o déficit habitacional aqui ainda é grande, pois a maioria dos imóveis existentes ainda comportam mais pessoas que sua quantidade de quartos: são casas de família nas quais os jovens ainda moram com os pais juntamente com todos os irmãos, sendo assim, quando estes jovens saem de casa buscam uma independência imediata e esta começa, claro, com a casa própria.
O fato de as famílias estarem ficando cada vez menores, reflete nesse mercado também, pois grande quantidade dos imóveis construídos visam atender famílias de três a quatro pessoas no máximo, com raras exceções no mercado do alto-padrão no qual mais espaço reflete em valores cada vez maiores pelo mesmo metro quadrado. Novas formações familiares também são bem absorvidas por este tipo de mercado impulsionando novas compras e consequentemente maior demanda.
A verticalização é outro ponto que está em alta, já que a aquisição de mais espaço horizontal requer o maior desprendimento financeiro e maior cuidado com o lar. Com o menor tempo disponível para cuidar de casa, as famílias tendem a optar por espaços menores, mais fáceis de cuidar e mais práticos. O que influencia é o fato de todas as comodidades, hoje, estarem disponíveis dentro do condomínio, sendo assim, a casa, passou a ser somente um espaço para convivência e descanso, permitindo cada vez mais sua contração.
"Para mim, uma matemática clara, e para você?"
Dados da Caixa Econômica Federal mostram que a grande maioria dos proponentes à compra de um apartamento estão abaixo dos 35 anos e são mulheres, um ponto valioso a ser explorado por quem quer vender cada vez mais, seja corretor ou construtoras.
"E você? Já pensou em comprar seu apartamento?"
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Ribeiro Neto
Especialista imobiliário
De volta em 2016

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